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Cerca de 20 obras são paralisadas em rodovias que cortam o Sul de Minas

Em Pouso Alegre, acesso à MG-290 está abandonado há quase 1 mês.

Do G1

Cerca de 20 obras estão paradas em rodovias estaduais que cortam o Sul de Minas. Em Pouso Alegre (MG), as obras da Avenida Perimetral, que dão acesso à MG-290, estão há quase um mês suspensas. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), os trabalhos foram paralisados devido à ausência de repasse de alguns recursos.

Em Pouso Alegre, o recapeamento e a duplicação da Avenida Perimetral começaram em agosto de 2013, com um orçamento de mais de R$ 17 milhões. A ampliação, que vai até o Km 3 da MG-290, era aguardada pelos moradores, mas a suspensão das atividades no local preocupa os usuários.

“Não tem condições da gente trabalhar aqui. O meu movimento caiu 80%”, reclama João Batista Pereira, que tem um restaurante nas imediações da obra inacabada. No trecho, faltam acostamento, passarela, sinalização e retorno. A mureta de contenção também não foi terminada e os cones que alertavam para a existência da obra agora confundem os motoristas.

Em Pouso Alegre, acesso à MG-290 está abandonado há quase 1 mês (Foto: Reprodução EPTV)

Em Pouso Alegre, acesso à MG-290 está abandonado há quase 1 mês (Foto: Reprodução EPTV)

O operador de máquinas Anderson Martons dos Santos diz que o lugar está perigoso. “Não tem calçada e pra quem anda de bicicleta é complicado porque não tem acostamento”, observa.

A Secretaria Municipal de Obras, que administra a ampliação da avenida por meio de um convênio feito com o governo estadual, informou que há a expectativa de que as obras retornem apenas em março de 2015. Já o DER-MG não informou quando serão retomados os trabalhos tanto em Pouso Alegre quanto nos demais trechos.

Por meio de nota, o DER-MG disse que dependia do repasse de quase R$ 3 bilhões em recursos para dar prosseguimento às obras em andamento na região. No entanto, parte da verba não teria sido liberada pelo convênio que o Governo de Minas tem com o Banco do Brasil. O restante dos recursos não teria sido repassado pelo Governo Federal.

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