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Cidades mineiras se destacam em índice de desenvolvimento

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal mostra que Extrema é o município mais desenvolvido do país. Belo Horizonte é a 8º no ranking das capitais.

O Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2015 revela que 84,1% das cidades mineiras têm nível de desenvolvimento alto ou moderado. O estudo destaca ainda que o estado não possui qualquer cidade de baixo desenvolvimento. Além disso, fica em Minas Gerais a cidade com a maior nota do país: Extrema.

Criado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para acompanhar o desenvolvimento socioeconômico do país, o IFDM avalia as condições de Educação, Saúde, Emprego e Renda de todos os municípios brasileiros. Em sua nova edição – com base em dados oficiais de 2013, últimos disponíveis – o estudo traz comparações com outros anos da série histórica, iniciada em 2005, e projeções sobre a evolução do desenvolvimento por conta da deterioração do cenário econômico.

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O índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada cidade em quatro categorias: desenvolvimento baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1). Foram avaliados 5.517 municípios, que abrigam 99,8% da população. Ficaram fora do índice cinco cidades criadas recentemente, que ainda não possuem dados suficientes para análise, e 48 que não declararam ou possuem informações inconsistentes.

Extrema ocupa a primeira posição no ranking estadual, com 0,9050 ponto, seguida de Itabirito (0,8615), Patos de Minas (0,8590), Lagoa da Prata (0,8543), Pouso Alegre (0,8530), Poços de Caldas (0,8520), Itajubá (0,8501), Uberlândia (0,8500), Alfenas (0,8454) e Varginha (0,8432), que está na 10ª colocação.

Foto: divulgação
Extrema é a primeira do ranking do índice Firjan
Extrema é a primeira do ranking do índice Firjan

Extrema se manteve na primeira posição do estado e passou da 30ª para o topo da classificação nacional, tendo apresentado crescimento nas três vertentes, principalmente em Educação. Além disso, o município apresenta alto grau de desenvolvimento nas três áreas analisadas pelo índice, o que acontece em apenas 30 cidades do país.

O IFDM destaca que as dez primeiras colocadas apresentaram alto desenvolvimento em Educação e Saúde. O índice ressalta ainda que cinco delas – Extrema, Itabirito, Pouso Alegre, Poços de Caldas e Itajubá – apresentaram evolução nas três áreas analisadas e que os oito primeiros municípios do estado estão estre os 100 melhores do Brasil. No ranking das capitais, Belo Horizonte ocupa a oitava posição.

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Nas últimas colocações, estão as cidades de Pedras de Maria da Cruz (0,4939), Santa Maria do Salto (0,4926), Bertópolis (0,4878), Crisólita (0,4872), Água Boa (0,4841), Santa Maria do Suaçuí (0,4710), Salto da Divisa (0,4687), Juvenília (0,4664), Santa Helena de Minas (0,4632) e São Sebastião do Maranhão (0,4426), que está na última posição no ranking estadual.

Na comparação com o ano anterior, cinco municípios estrearam nessa lista: Pedras de Maria da Cruz, Santa Maria do Salto, Água Boa, Santa Maria do Suaçuí e Salto da Divisa.

Entre os dez últimos colocados de Minas, apesar de apresentarem nível de desenvolvimento inferior ao restante do estado, oito registraram avanços na nota do IFDM. Mesmo assim, a situação ainda é crítica em Emprego e Renda e Saúde, uma vez que oito delas apresentaram baixo desenvolvimento nessas vertentes. Mesmo estando dentre os últimos, quatro registraram evolução nas três áreas analisadas pelo índice.

O estado de Minas Gerais tem 853 municípios, mas nesta edição, devido à ausência ou inconsistência de dados, três ficaram de fora do ranking do IFDM. São elas: Cristiano Otoni, Onça de Pitangui e São Romão.

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