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Com 60 países no passaporte, mineiro de 26 anos conta suas aventuras

Por Petterson Rodrigues
De São Paulo

Caio, no fundo, Em Kampala, na Uganda (foto: Arquivo Pessoal)

Caio, no fundo, Em Kampala, na Uganda (foto: Arquivo Pessoal)

Caio Sá Moreira, de 26 anos, é uma daquelas pessoas que busca na “mochila” os principais motivos para viver.  O jovem de Poços de Caldas, no Sul de Minas, já visitou 60 países e garante que não há nada mais enriquecedor do que viajar.

“Desde pequeno meu sonho sempre foi viajar. Eu vivia desenhando mapas e fingindo que falava outras línguas quando era criança. Viajar é a única coisa que te deixa mais rico”, garante ele.

Atualmente, Moreira reside em São Paulo, na capital, e procura uma nova oportunidade de trabalho. O mineiro foi comissário de bordo de uma companhia aérea nos Emirados Árabes Unidos, cujo emprego ajudou-o a conhecer países dos cinco continentes.

A primeira saída do Brasil foi com 21 anos, quando foi para Buenos Aires para fazer um curso de espanhol. Depois disso, não teve volta, e em cinco anos suas andanças foram para lugares como Rússia, Etiópia, Egito, Austrália e Tailândia.

“Bom, eu viajei tanto pois era comissário de bordo, e quando viajava de folga, tinha um bom desconto nas passagens. O que mais me chamou a atenção foi ouvir as pessoas falando idiomas diferentes e os costumes locais de cada lugar: o jeito das pessoas, as comidas, as regras de convivência” conta Moreira.

O experiente viajador dá dicas para quem quer conhecer outras culturas. A primeira e mais importante é abrir a mente para outras realidades e costumes. “ Precisa se livrar de qualquer preconceito com relação ao diferente, entender que o senso comum é diferente para cada pessoa e não ter medo de experimentar”.

Caio em viagem para Austrália (foto: Arquivo Pessoal)

Caio em viagem para Austrália (foto: Arquivo Pessoal)

Apesar das boas recordações das viagens, o mineiro passa por uma fase de angústia, já que não consegue uma ocupação no mercado de trabalho que esteja relacionado a viagens ou que possa te trazer a mesma satisfação.

“Esse é o problema. Eu amava muito o que fazia, e não consigo achar algo que me faça tão feliz quanto. Vou fazer uma orientação vocacional no fim do mês para ver se me ajuda.”

Enquanto o teste vocacional e o emprego não vêm, o mineiro lembra sua última viagem internacional, nove meses atrás, para Sri Lanka, e planeja suas próximas aventuras para Islândia, pelas paisagens, Camboja, para conhecer o Templo de Angkor Wat, e a Romênia, especialmente a Transilvânia.

Mineiro se diverte no Mount Rainier, nos EUA (foto: Arquivo Pessoal)

Mineiro se diverte no Mount Rainier, nos EUA (foto: Arquivo Pessoal)

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