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Osvaldão, o menino de Passa Quatro que virou mito no Araguaia

Documentário retrata a vida de Osvaldo Orlando Costa, campeão de boxe e comandante da guerrilha do Araguaia

Do Sulminas146

Osvaldão (reprodução)O documentário “Osvaldão” narra a história de Osvaldo Orlando Costa, que nasceu em Passa Quatro, no Sul de Minas, campeão de boxe, que se transformou em um mitológico comandante da guerrilha do Araguaia, movimento guerrilheiro existente na região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre fins da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970.

No filme as vozes de Criolo, Antonio Pitanga e Leci Brandão contam a história do homem que se misturou com a floresta e se tornou ”invisível”, temido pela ditadura militar e adorado pela população local.

O longa-metragem foi gravado em Passa Quatro, no Bico do Papagaio –  como é conhecida a região palco da guerrilha – no Araguaia e no Rio de Janeiro. Tem a missão de resgatar a heroica e triste história de Osvaldo Orlando Costa que após se tornar herói no Pará morreu, com apenas 35 anos, em 1974, assassinado pela ditadura.

O filme está em Cartaz na Mostra de Cinema Internacional desde o dia 16 e vai até o dia 29 de outubro, em São Paulo.

Veja o trailer e saiba os horários de exibição

Ficha técnica

Direção: Vandré Fernandes, Ana Petta, Fabio Bardella Andre Michiles

Roteiro: Vandré Fernandes

Fotografia: Fabio Bardella e André Michiles

Montagem: Fabio Bardella e André Michiles

Música: Daniel Altman

Produtor: Renta Lemos Petta

Produção: Clementina Filmes e  Criação

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1 comentário

  1. Eduardo Giachini Mota Silva

    Apesar do misticismo envolvido e do "orgulho" passaquatrense, sejamos sinceros: entre a ditadura militar e o sucesso da Guerrilha do Araguaia, fiquemos com o suicídio. O fracasso desse e de outros movimentos custou-nos 21 anos de pesadelo com os militares no poder. Por outro lado, o sucesso de um movimento como a Guerrilha do Araguaia levaría-nos a uma Cubanização do Estado, o que, de certa forma, já vem ocorrendo hoje, mas a passos mais lentos e com a resistência do Estado democrático já consolidado. Que bom esses dois pesadelos tiveram seu fim decretado com o movimento das "Diretas Já" na década de 80. Que não percamos esse legado nem para a Ditadura, nem para o bolivarianismo sul americano.