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País supera 202 milhões de habitantes, segundo IBGE

O Brasil tem estimados 202,7 milhões de habitantes (ou 202.768.562), crescimento de 0,86% de 2013 para 2014, segundo divulgou o IBGE na semana passada. O maior dos 5.570 municípios do país, São Paulo, chega a quase 12 milhões (11.895.893) e o menor, Serra da Saudade (MG), tem 822. Além desta, a única cidade com menos de mil habitantes é Borá (SP), com 835.

Três estados brasileiros concentram 40% da população: São Paulo, com 44 milhões (21,7% do total do país), Minas Gerais, com 20,7 milhões (10,2%), e Rio de Janeiro, com 16,5 milhões (8,1%). Com 15,1 milhões de habitantes, a Bahia tem 7,5%. Os estados de menor população são da região Norte: Roraima, com 496.396 (0,2%), Amapá, com 750.912 (0,4%), e Acre, com 790.101 (também 0,4%).

Os 25 municípios mais populosos somam 51 milhões, ou 25,2% da população brasileira. Depois de São Paulo, com quase 12 milhões, vêm Rio de Janeiro (6.453.682), Salvador (2.902.927), Brasília (2.852.372), Fortaleza (2.571.896), Belo Horizonte (2.491.109), Manaus (2.020.301), Curitiba (1.864.416), Recife (1.608.488) e Porto Alegre (1.472.482), formando as dez primeiras.

Em 13º e 14º, aparecem duas cidades que não são capitais: Guarulhos (1.312.197) e Campinas (1.154.617), ambas em São Paulo, estado que ainda tem na lista de 25 mais populosos os municípios de São Bernardo do Campo (811.489) e Santo André (707.613), na região do ABC. O Rio aparece com São Gonçalo (1.031.903), Duque de Caxias (878.402) e Nova Iguaçu (806.177).

As 27 capitais totalizam 48,3 milhões de habitantes, 23,8% da população do país.  O IBGE informa que essa participação vem se mantendo estável. Em 2000, também era de 23,8%. “Isto é uma evidência de que o dinamismo populacional do Brasil está seguindo novas rotas, particularmente rumo ao interior do país e se manifestando nos municípios de porte médio”, diz o instituto, observando, no entanto, que ainda muita concentração em poucas cidades.

Segundo o IBGE, as maiores taxas geométricas de crescimento população, entre 2013 e 2014, são verificadas nos municípios de médio porte (de 100 mil a 500 mil habitantes. ” Esses municípios em geral são importantes centros regionais em seus estados ou integrantes das principais regiões metropolitanas do país, e se configuram como áreas de atratividade migratória”, relata.

Já o crescimento nos maiores municípios é menor que a média nacional. “Essa tendência é influenciada, sobretudo, pelo ritmo lento de crescimento de algumas das principais capitais do País, e principais núcleos metropolitanos, como o caso de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Recife e São Paulo.”

E os pequenos municípios, em média, têm as menores taxas de crescimento populacional – o que, segundo o IBGE, pode ser explicado por migrações, influenciadas pelo baixo dinamismo econômico.

Da RBA

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