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Perfuração de cisternas aumenta cerca de 50% no Sul de Minas

Em Campestre, um cisterneiro já abriu 60 poços do tipo desde agosto. Custo médio da cisterna é de R$ 3,5 mil, com profundidade de 20 metros.

Do G1

Falta de água faz aumentar serviço de cisterneiros no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)

Falta de água faz aumentar serviço de cisterneiros no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)

A perfuração de cisternas aumentou no Sul de Minas como uma alternativa à escassez de chuva. Quem trabalha no setor afirma que o volume de serviço aumentou cerca de 50% nos últimos meses.

Em Senador José Bento (MG), o serralheiro e cisterneiro João Almir da Silva conta que a procura começou há dois meses. Com o córrego seco e a diminuição do volume de água nos poços já existentes, perfurar mais as cisternas se tornou um meio de garantir o abastecimento. ” (O cliente normalmente) liga perguntando se dá pra furar mais. Geralmente tenho que furar mais uns 2 metros”, explica João Almir, que presta o serviço nos dias de folga.

Odair Rodrigues de Paulo é cisterneiro em Campestre (MG). A equipe dele é formada por três pessoas e já abriu 60 cisternas desde agosto nas áreas urbana e rural. “Eu atendo toda a região, em São Paulo e Minas”, diz sobre o volume de serviço que tem chegado.

O preço médio de uma cisterna é de R$ 3,5 mil. Segundo os cisterneiros, ela tem em média 20 metros de profundidade. Feitas com tijolos ou concreto, as cisternas dificilmente atingem o lençol freático e não precisam de autorização dos órgãos ambientais para serem construídas, de acordo com a Superintendência Regional de Meio Ambiente (Supram), em Varginha (MG).

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